O senador Esperidião Amin (PP-SC), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (17), criticou o inquérito das fake news, instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2019 para apurar supostos ataques à Corte. O parlamentar destacou que a investigação completa sete anos em 2026, sem conclusão oficial. Segundo ele, a condução do inquérito, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, tem gerado questionamentos jurídicos e institucionais.
— Sete anos de tirania, de inquisição, de intimidação, de blindagem, especialmente de integrantes do Supremo Tribunal Federal. Isso é um deboche contra o Estado democrático de direito. Esses sete anos são sete anos de vergonha, sete anos de despotismo. Só o impeachment de um ministro vai poder segurar isso, já que a autocontenção não funcionou — disse.
O parlamentar também defendeu que o tema seja debatido no Congresso Nacional e afirmou que o país precisa discutir os limites de atuação das instituições, especialmente em casos que envolvem investigações de longa duração e grande alcance.
— O que não tem cabimento é ficar o ministro lá: se falar contra mim, eu boto no inquérito das fake news. Fica lá no sigilo. Ele investiga e ele julga? Prestem atenção: a vítima é o investigador e o juiz, como aconteceu no inquérito do 8 de Janeiro, que um dia vai ser revisado. Merece ser revisado. O Brasil merece passar a limpo essa narrativa transformada em distribuição de mão pesada — afirmou.
Senado Federal Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+
Senado Federal Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência
Senado Federal Cotas em residência médica dividem opiniões em debate na CDH
Senado Federal Debate na CE aponta avanço de tempo integral e desafios para garantir qualidade
Senado Federal Dois senadores concorrem à Presidência; dez tentam governos estaduais
Senado Federal Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e demanda nomeação de concursados 
Mín. 21° Máx. 38°
Mín. 20° Máx. 39°
Tempo limpoMín. 21° Máx. 39°
Tempo limpo


